Dia Mundial do Rock: duas grandes noites no Renascença

Energia, volume, rebeldia e poesia são algumas das características essenciais do rock’n’roll – e não faltou nada disso na edição especial do projeto República do Rock. A comemoração Dia Mundial do Rock no Teatro Renascença contou com grandes shows das bandas Walverdes e Cattarse (no sábado) e Nenung & Projeto Dragão e Frida (no domingo).

Fotos deste post: Belisa Giorgis

 

República do Rock - 12.07.2014 - Cattarse e Walverdes

Cattarse

Na noite de sábado, a ressaca por uma nova derrota do Brasil na Copa do Mundo foi compensada, com folga, pela força das performances da noite. Primeiro, o trio Cattarse mostrou as músicas de seu primeiro disco, lançado na internet naquele mesmo dia. Foi uma exibição de grande intensidade e competência, em alta voltagem, combinando psicodelismo, rock pesado e blues. Tudo culminou com o single Javali, com direito a performance cênica – um boneco encapuzado e mascarado surgiu na plateia e tomou o palco durante a música.

República do Rock - 12.07.2014 - Cattarse e Walverdes

Walverdes

A noite roqueira seguiu com os Walverdes. Em cena, o quarteto deu o seu recado de rock pesado e irônico, confirmando uma receita que consagrou a banda no cenário independente nacional ao longo das últimas décadas. O repertório teve músicas do disco mais recente, Breakdance, e também músicas mais antigas, como Anticontrole e Seja Mais Certo.

 

13.07.2014 - República do Rock - Frida e Neunung-008

Frida

Domingo, depois da vitória germânica na Copa do Mundo, coube à banda Frida abrir a noite, com suas canções de forte identidade autoral, alternando climas contemplativos e energéticos. O quarteto – que teve como convidado ao piano o músico Iuri Freiberger, que produz o disco de estreia da banda, a ser lançado ainda este ano – tocou canções como Pena de Mim, Jardim Bonito e Sem Guarda-Chuva.

 

13.07.2014 - República do Rock - Frida e Neunung-010

Nenung & Projeto Dragão, com Carmen Corrêa

Com Nenung & Projeto Dragão, a celebração teve um final grandioso. Cenário, iluminação, som e performance foram impecáveis, dando o devido espaço para o lirismo das canções de Nenung fluir, em tons que variaram do reflexivo ao combativo – como no bis, na releitura livre de Working Class Hero, de John Lennon. Um grande momento lírico-cênico foi Canção para Minha Morte, com a atriz Juçara Gaspar no papel da protagonista da canção. Outra convidada especial foi a cantora Carmen Corrêa, no início e no final do show. Um grande Dia Mundial do Rock.

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